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:: quinta-feira, 28 de agosto de 2008
SENADO APROVA ELEIÇÕES DIRETAS PARA DIRETORAS DE ESCOLAS PÚBLICAS O projeto de lei 344/07 que determina eleições diretas para a escolha dos diretores das escolas públicas de educação básica de todo o país foi aprovado nesta quarta-feira pela CE (Comissão de Educação, Cultura e Esporte) do Senado.
Segundo a proposta, os diretores terão mandato de até dois anos, com direito a uma reeleição. Eles serão escolhidos dentre profissionais de educação, com participação da comunidade escolar constituída por professores, funcionários, estudantes e seus responsáveis.
O texto prevê ainda que os candidatos deverão receber, antes da eleição, cursos de capacitação em gestão educacional e descarta a eleição para diretores aprovados em concursos específicos para a função.
O projeto de lei foi aprovado em decisão terminativa e ainda precisa passar para apreciação na Câmara dos Deputados.
SENADO FEDERAL - BRASÍLIA-DF. 27.08.2008  publicado por Alberto Orquisa | 14:49
Pais devem estar atentos ao acesso de filhos à internet Diretores defendem colaboração das empresas para coibir abusos de pedofilia no país. Senador quer lei para obrigar poder público a esclarecer cidadãos sobre o assunto
Reunião da CPI da Pedofilia: Magno Malta (E) debate com Osvaldo Barbosa (C), da MSN/Hotmail no Brasil
Em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito da Pedofilia, o diretor-geral do MSN/Hotmail no Brasil, Osvaldo Barbosa de Oliveira, alertou para a importância de os pais ficarem atentos em relação ao conteúdo que seus filhos acessam na internet.
– De nada adiantam as ferramentas oferecidas se não há a fiscalização dos pais – disse.
Ele explicou como funcionam os serviços oferecidos pela Microsoft – o MSN, portal de conteúdo; o Messenger, de comunicação instantânea, além do Hotmail e do Spaces, espécie de rede de relacionamento – e os mecanismos para garantir a segurança do internauta, como filtros de palavras e de análise de imagens, e a possibilidade de remoção e bloqueio de conteúdos que firam o código de conduta da empresa e a legislação nacional.
Questionado pelo presidente da CPI, senador Magno Malta (PR-ES), a respeito da disposição da MSN/Hotmail de participar de campanha nacional contra a pedofilia, Barbosa lembrou que a empresa já esteve presente em programas de televisão e não se opõe a atuar em algo nesse sentido, mas acha que é mais produtivo investir em orientação sobre o assunto na própria internet. Além disso, mencionou a parceria da empresa com o governo e se dispôs a formalizar esse acordo por meio da assinatura de um termo de ajustamento de conduta. 74490  publicado por Alberto Orquisa | 14:48
:: sexta-feira, 18 de julho de 2008
Cavalgada marca início da 31ª Expoagra em Grajaú – MA. Grajaú – A 31ª Exposição Agropecuária de Grajaú começará amanhã com uma grande cavalgada, que sairá do Bairro Canoeiro passando pelas principais do centro da cidade e se encerrará no Parque Zezé Santos no Bairro Expoagra. A cavalgada contará com centenas de participantes de todas as regiões, como também representantes das fazendas locais e do agronegócio. O Site Diário do Grajaú fará toda a cobertura do evento. Os repórteres estarão espalhados por todo o trajeto documentando assim a nossa história.
 publicado por Alberto Orquisa | 16:41
MP ajuíza ação contra consórcio de motos em Grajaú A 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Grajaú propôs à Justiça, no dia 9 de julho, Ação Civil Pública Cautelar Preparatória de Arresto contra a empresa J. Edson de C. Medeiros (nome de fantasia Maythá Motos), o empresário/proprietário José Edson de Conceição Medeiros, o seu filho Gustavo Edson Barros Medeiros e a esposa dele Ana Célia Barros Medeiros. O autor da ação foi o promotor de Justiça Frederik Bacellar Ribeiro. Instalado no município de Grajaú desde 2004, o estabelecimento comercial aplicou golpes em diversos consumidores da cidade, causando prejuízos a vários clientes. Ao todo, 38 pessoas apresentaram reclamações na Delegacia de Polícia do município, totalizando um volume financeiro de mais de R$ 210 mil. No entanto, segundo o promotor, as investigações apontam que o número de cidadãos lesados é muito maior que o registrado. Na ação, a promotoria requereu a apreensão de todos os bens da empresa, do proprietário, da esposa e do filho de José Edson de Conceição Medeiros. É importante destacar que, na esfera criminal, o MPMA já propôs denúncia contra José Edson de Conceição Medeiros, com pedido de prisão preventiva. De acordo com a apuração do Ministério Público, a Maythá Motos utilizava o sistema de vendas conhecido como “compra premiada”, um modelo de consórcio no qual os interessados formam grupos e adquirem produtos a prazo, sendo que os clientes sorteados devem receber imediatamente o bem - com plena quitação do débito restante, independente do número de parcelas estabelecidas no contrato - ou o valor do produto em dinheiro. Nos últimos meses de 2007, a empresa começou a falhar na entrega das motos aos contemplados ou aos que pagaram todas as prestações. Além disso, aqueles que optavam em trocar o bem pelo valor equivalente em dinheiro passaram a receber cheques sem fundo, emitidos por Gustavo Edson Barros Medeiros, filho do proprietário da empresa. Mesmo assim, o consórcio continuou a realizar sorteios regulares, atraindo novos clientes. Em 3 de março de 2008 a empresa começou a fechar as portas em várias cidades, processo gradual e rápido que teve início no município de Grajaú. Desde então, o empresário José Edson de Conceição Medeiros não foi mais visto na cidade de Grajaú, abandonando o ponto comercial e os empregados. Ana Célia Barros Medeiros, esposa de José Edson de Conceição Medeiros, está diretamente envolvida no caso, porque é casada em comunhão de bens, sendo beneficiada automaticamente pelo estelionato praticado pelo marido. (Eduardo Júlio / CCOM – MPMA)
Fonte: Jornal O Imparcial
 publicado por Alberto Orquisa | 16:41
A IMPORTÂNCIA DE IMPERATRIZ De uma pequena vila encravada no Sul do Maranhão, a chamada região tocantina, Imperatriz é a segunda maior cidade do estado. Distante 628 quilômetros da capital, São Luís, é maior, ainda, do que as cidades do estado do Tocantins, incluindo a capital, Palmas, e do Sul do Pará, estados com que faz fronteiras.
Imperatriz é considerada o “Portal da Amazônia” e expande economia de abastecimentos para cerca de 100 cidades localizadas na sua área de abrangência.
Geograficamente privilegiada, Imperatriz tem uma área de 6.687 km². Em 1991, censo do IBGE apontou 276.440 habitantes – 209.970 na zona urbana e 66.470 na rural. Mas a população estimada em 1995 foi de 303.835 habitantes. De acordo com o IBGE, há um crescimento populacional acima das taxas normais, devido ao fato de Imperatriz estar situada numa região caracterizada como pólo atração.
Imperatriz é banhada pelo rio Tocantins, que tem 2.640 km. É cortada pela rodovia BR-010, que interliga a região de Norte a Sul, numa extensão de 2.120 km. Conta, ainda, com as ferrovias Norte-Sul e Carajás, que passaram a ser uma opção a mais de escoamento das riquezas da região.
Açailândia é o principal município vizinho de Imperatriz – 72 quilômetros de distância.
A cidade tenta se firmar na área comercial. Imperatriz ainda pode ser o “centro de compras” dos moradores daquele município, que foi criado com o desmembramento de Imperatriz.
Açailândia não tem aeroporto para receber aviões de médio e grande porte e, a exemplo das outras cidades da região, depende de Imperatriz para ter acesso a esse meio de transporte. Imperatriz é, sem dúvida, a capital do Sul do Maranhão.
Imperatriz também se fortalece na área educacional, já se tornando um pólo universitário. Há duas universidades públicas e quatro particulares.
Bairro Nova Imperatriz
Começa o crescimento da cidade
Imperatriz tem menos de 300 mil habitantes, de acordo com o censo do IBGE. Mas a estimativa é de que a população chega a 350 mil. Fundada em 16 de julho de 1852 por Frei Manoel Procópio do Coração de Maria, Imperatriz cresceu desordenadamente em função da migração de famílias de várias partes do país e da falta de cuidado e capacidade dos governantes para acompanhar o desenvolvimento acelerado da segunda maior cidade do estado.
Até o início da década de 70 era praticamente restrita ao Centro. Imperatriz atualmente tem dezenas de bairros.
O Nova Imperatriz é o primeiro bairro de Imperatriz. Surgiu ao longo do antigo aeroporto, que desapareceu com a construção de vários prédios públicos, como o Senai, Senac, Centro Esportivo Barjona Lobão, Cobal, Escola Graça Aranha, Fórum, Projeto Rondon, Universidade Federal, Câmara Municipal, Sucam e Hospital Regional.
O bairro surgiu no Governo Renato Moreira. Lotes foram doados e uma grande área foi destinada à construção do quartel do 50º Batalhão de Infantaria de Selva. Apesar de ser o bairro mais antigo, o Nova Imperatriz não é totalmente dotado de infra-estrutura. Há ruas sem esgoto, pavimentação asfáltica e água potável.
A principal via pública do bairro é a Avenida Bernardo Sayão, nome do engenheiro responsável pelas obras de construção da rodovia Belém-Brasília. Amigo do presidente Juscelino Kubitscheck, Bernardo Sayão morreu em Açailândia, a 72 quilômetros de Imperatriz, após sofrer um acidente. Ele estava próximo ao acampamento quando foi atingido por uma árvore, derrubada por trator que limpava uma área para pouso de helicóptero.
A Avenida Bernardo Sayão conta hoje com casas comerciais e tem uma das áreas residenciais mais nobres da cidade – o Jardim Três Poderes, constituído de mansões.
 publicado por Alberto Orquisa | 16:40
:: quinta-feira, 17 de julho de 2008
Em dia histórico para educação, Lula sanciona também projetos que consolidam ensino profissional e educação superior Todos os professores da educação básica serão beneficiados pela entrada em vigor do piso nacional do magistério de R$ 950. A lei que cria o piso foi sancionada nesta quarta-feira, 16, no Palácio do Planalto. Além desta lei, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou três projetos de lei e encaminhou outros dois ao Congresso Nacional que beneficiam a educação em todos os seus níveis e etapas. A fixação do piso salarial para o magistério é uma reivindicação histórica da categoria, que firmou compromisso com o governo federal há 14 anos (em 1994) para estabelecimento do piso. Estados e municípios terão 18 meses, até 2010, para pagar o valor integral de R$ 950 a partir de reajustes anuais. Com a sanção presidencial, passam a valer também as leis que criam 49 mil cargos de professores e técnicos, necessários para dar sustentação ao Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni) e à expansão da rede federal de educação profissional e tecnológica. O Reuni prevê a duplicação de vagas nas universidades federais. Para isso, a lei sancionada institui 3.375 cargos no âmbito do Ministério da Educação, destinados à redistribuição para as instituições federais de ensino superior. Destes, 2,3 mil são cargos efetivos de professor para a carreira do magistério superior e 1.075 de técnicos administrativos para diversas áreas. As universidades federais também farão concursos públicos para preencher 13.264 vagas de docentes e 10.656 de técnicos administrativos. Com o aumento do número de técnicos e professores, será possível consolidar o ensino a cerca de um milhão de alunos a mais no ensino superior em quatro anos. Já as instituições federais de educação profissional e tecnológica disporão de 9.430 cargos de técnico administrativo e 12,3 mil cargos de professor de ensino fundamental e médio. Os profissionais serão fundamentais para fortalecer a formação de trabalhadores qualificados no Brasil. Hoje, há 12.664 professores para 173 mil estudantes nas 185 escolas da rede federal de educação profissional, que oferecem cursos de nível médio e superior. Além de pessoal de qualidade para a educação profissional e tecnológica, a modalidade passará a funcionar de maneira mais atrelada à educação básica, com a sanção pelo presidente de alterações à Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Entre outras medidas, o projeto de lei propõe que o ensino médio, atendida a formação geral do estudante, prepare para o exercício de profissões técnicas. Assim, a articulação entre ensino regular e técnico deve ser feita de forma integrada (matrícula única, na mesma escola) ou concomitante (matrículas distintas, na mesma ou em outra instituição, para quem ingressa ou já cursa o ensino médio). O presidente enviou ao Congresso Nacional o projeto de lei que cria os 38 Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (Ifets). Caso o projeto seja aprovado, haverá institutos em todos os estados com a oferta de ensino médio integrado, cursos superiores de tecnologia, bacharelado em engenharias e licenciaturas. Os Ifets terão forte inserção na área de pesquisa e extensão e serão importantes para abrir novas perspectivas ao ensino médio, a partir da combinação entre ensino propedêutico (ensino de ciências naturais e humanidades) e educação profissional e tecnológica. Para orientar as escolas que oferecem cursos técnicos de nível médio, o ministro da Educação, Fernando Haddad, assinou uma portaria que institui o novo Catálogo Nacional de Cursos Técnicos de Nível Médio. O texto altera as diretrizes curriculares desta modalidade de ensino e oferece um mapeamento da oferta da educação técnica de nível médio. No catálogo, estão definidas carga horária mínima e descrição dos cursos, temas a serem abordados, possibilidades de atuação dos profissionais formados e infra-estrutura recomendada para a implantação dos cursos técnicos de nível médio. Foi encaminhado projeto de lei ao Congresso Nacional que cria a Universidade Fronteira do Sul (UFSS). A expectativa é oferecer 30 novos cursos e atender cerca de dez mil estudantes de graduação, mestrado e doutorado do norte do Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e sudoeste do Paraná. Os cursos devem abranger as áreas de tecnologia, agricultura familiar, licenciatura e saúde popular. A intenção é ajudar a promover a integração da região do Mercosul e atender aos municípios que possuem baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Maria Clara Machado   publicado por Alberto Orquisa | 16:25
:: segunda-feira, 14 de julho de 2008
ATO REFLEXO
Por que dura tanto o sono do nosso país enquanto outros aproveitam o pouco de recursos que têm para estar na dianteira? O Mercado Comum do Sul não transcende muito o âmbito econômico, o poder de compra da maioria da população continua baixo e baseado em créditos, regiões do país não recebem o incentivo necessário do governo, o investimento em educação cidadã é insuficiente, a desconfiança da política e dos políticos tem sido tema recorrente. O país tem reagido por conformidade e não por espontaneidade. Tenho uma visão otimista do Brasil, mas me decepciona o pouco que se tem trabalhado a favor do coletivo. O Brasil tem que projetar, construir e colher os resultados, que vêm cedo ou tarde. Nenhum outro país fará por nós o que é a nossa tarefa: que os brasileiros possam orgulhar-se do que são e viver bem de acordo com o enorme e invejado potencial de desenvolvimento que tem este país. Basta de ver até onde os japoneses e coreanos chegaram com o pouco de recursos que possuem, ou que a história recente dos Estados Unidos em relação à brasileira os tenha colocado como o país mais avançado do mundo. Eles estão fazendo o que sempre tivemos condições de fazer: crescer, desenvolver, investir, aproveitar as chances, formar e informar, crer e concretizar. O que falta é iniciativa com um pensar coletivo, onde se tenha em consideração toda a sociedade desde o mais pobre ao mais rico, medidas que deem oportunidades de realização ao maior número, e decisões que tirem o Brasil de sua posição tímida no mundo a ponto de mostrar o que é, o que possui e o que pode fazer para o bem-estar da população para que seja o exemplo. A “Lei Seca”, que proíbe a ingestão de bebida alcoólica por quem esteja no volante, surgiu tardiamente no Brasil, pois é evidente que quem bebe não deve dirigir. O Brasil já foi nomeado pela metáfora “gigante adormecido”, que poderia ser usada ainda hoje por ter todas as condições, mas faltar boa vontade para realizar o sonho de ser potência. Melhor que sonho é o processo natural que o Brasil merece. Quando se avalia todo o potencial do país, é triste diagnosticar que ainda germina, como quando uma análise clínica se desanima com o descuido da saúde de um paciente que se mostrava tão robusto e prometedor. Se a situação está aquém do que se poderia alcançar, podemos cobrar de quem não faz e fazermos nós. Enquanto isso, o Brasil responde às urgências do meio mais como reação que ato espontâneo. Se o país está em crise, é urgente uma política econômica que o tire desta situação; se a soberania é ameaçada pela Área de Livre Comércio das Américas, é urgente reforçar o Mercado Comum do Sul ou projetar a União das Nações Sul-americanas; se a corrupção tornou-se insustentável, é urgente a medida de criar Comissões Parlamentares de Inquérito para averiguar a situação. Tudo isso, porém, tem sido feito em caso de reação e urgência. Portanto, o nosso país não anda na contramão, mas tampouco segue o tráfego como deveria. O ato reflexo é o fenômeno biológico que faz alguém reagir com um movimento involuntário quando é golpeado no joelho ou toma um susto, por exemplo. Uma reação de defesa do organismo, que age antes que o pior aconteça. Nosso país é assim: tem condições, capacidade e gente de idéias, mas só faz o que tem que ser feito quando é a última solução. Persiste aquele velho debate entre o que é e o que deveria ser.
Bruno Peron Loureiro é latino-americanista.
 publicado por Alberto Orquisa | 15:55
:: quinta-feira, 7 de agosto de 2008
POLÍTICO DO SÉCULO XXI: UM NOVO POLÍTICO Com o passar dos tempos tudo muda: o mundo, a sociedade, a política, o Homem. A humanidade está cada dia mais complexa, dinâmica e ao mesmo tempo individualizada, fazendo com que o indivíduo seja cada vez mais um homo técnico e cada vez menos um humanista. O político do século XXI, diante disso, deve se adequar ao novo panorama sócio-político que surge, mas com uma um peculiaridade que é de suma importância para se fazer um bom governo e, conseqüentemente, promover o progresso social: ser um especialista-humanista, isto é, um neo-renascentista. Foi-se o tempo em que para ser político bastava apenas que se tivesse domínio da arte de falar em público – a oratória. O político não tem que ser somente um brilhante orador – político-orador (político antigo, demagogo). Mas também um exímio administrador, educador, economista, ambientalista, humanista e um profundo conhecedor do Direito, ou seja, um político neo-renascentista. Isso se deve ao fato de que a política, antes de ser uma ciência, é uma arte, a “arte de bem governar os povos”, como já pontuava o inesquecível e imortal, crítico e lexicógrafo alagoano Aurélio Buarque de Holanda Ferreira. No entanto, para se ter o domínio de tal arte é imprescindível que o homem público seja lapidado pelos instrumentos e conhecimentos que lhe dispõe a ciência. Destarte, quando se tem um político-orador como chefe do Executivo municipal, por exemplo, o Município não se desenvolve, não se fortalece, fica estagnado; porém, quando há um político neo-renascentista no comando de uma prefeitura, por exemplo, tem-se um Município forte, com desenvolvimento econômico, social e com preservação ambiental, ou seja, criando empregos, gerando rendas e proporcionado qualidade de vida aos seus habitantes. O Poder Executivo federal, estadual ou municipal que tiver como dirigente um político-orador estará fadado ao desemprego, à corrupção, ao analfabetismo, ao raquitismo econômico, ao desequilíbrio ambiental e, conseqüentemente, ao mal-estar social. O novo político não compra voto, não se utiliza de meios corruptos e desonesto para ganhar eleições e nem muito menos desrespeita ordem judicial – haja vista o conhecimento que tem da importância do Estado Democrático de Direito. Muito pelo contrário! Guiando-se pelos ideais de justiça, probidade e boa-fé, dá dignidade, cidadania e oportunidade aos mais necessitados de crescerem, sem prejudicar, todavia, aqueles que já se encontram em melhores condições, pois o político contemporâneo deve governar para todos, e não para uma única classe social como faz o ultrapassado político antigo. Isso, todavia, de nada adianta se não houver uma população politizada. É de fundamental importância que o eleitor (elemento fundamental do processo político!) também se atualize e seja mais e mais crítico da política e dos políticos, pois, somente assim, saberá diferenciar o político compromissado com o interesse público daquele comprometido apenas com interesses mesquinhos e levianos. Se todo poder emana do povo, e se é o povo o único que tem a legitimidade de concedê-lo aos representantes políticos, ou exercê-lo diretamente, logo é o povo responsável pelo destino do país, estados e municípios: se se votar em políticos-oradores terão quatro anos de vacas magras; se, porém, votar-se em políticos neo-renascentistas terão quatro anos de vacas gordas e de muita prosperidade. Como afirma o poeta Domingos Pellegrini Jr., “é preciso trabalhar todo dia, toda madrugada para mudar um pedaço de horta, uma paisagem, um homem. Mas mudam, essa é a verdade”. Portanto, cabe a nós (eleitores) a mudança da política, a mudança de político.
Suprecílio Barros
 publicado por Alberto Orquisa | 14:15
Quem me dera... Quem me dera que as armas fossem giz e que as balas traçadas fossem o tracejo do próprio giz sobre o quadro negro, não qualquer tracejo impensado, mas sim vestígios de palavras ou símbolos que expressassem dias melhores.
Quem me dera que nenhum professor, depois de um dia de trabalho, assista o noticiário e não se depare com um assassino ou traficante que passou por suas mãos em sala de aula e que não conseguiu fazer nada para ajudá-lo.
Quem me dera que quando alguém acordasse de madrugada angustiado com um pesadelo ou com seus problemas, pudesse sair pelas ruas a fim de espairecer as idéias sem menor risco.
Quem me dera uma pessoa esquecer sua bolsa em qualquer lugar e não ficar desesperada com o ocorrido, pois saberá que todos são honestos e no dia seguinte estará com seus objetos intactos.
Quem me dera que as pessoas trocassem as palavras de ofensa por expressões pouco usadas, mas de enorme significado como: por favor, com licença, obrigado... e que um gesto simples fosse lembrado e comemorado por toda vida.
Quem me dera que todos os tipos de preconceitos fossem extintos e só ficassem registrados nos livros de História, marcados como uma página manchada de uma época triste, mas superada por toda população.
Quem me dera que um pedreiro e um advogado fossem vistos de acordo com o papel que cada um exerce para a sociedade, onde possuem funções diferentes, nem mais nem menos do que o outro e sim iguais na escala do valor humano.
Quem me dera que o ser humano fosse consciente e preocupado com as conseqüências que seus atos provocam ao meio ambiente, assim não chegaríamos aos extremos; as enchentes seriam somadas às secas e divididas por dois, já as áreas calculadas do desmatamento seriam triplicadas por plantações de pequenas mudas.
Quem me dera que o desconhecido fosse razão para despertar a vontade de mergulhar em mares nunca navegados na busca de verdadeiros conhecimentos.
Quem me dera que todos tivessem acesso à uma educação de qualidade; ou seja, uma educação que honre o peso dessa palavra com dignidade, cidadania, ética, ao invés da opressão, segregação e da formação de indivíduos robôs, personagens ou marionetes.
Quem me dera que a vida fosse encarada no aqui e no agora, onde não tivesse a idéia de que a escola prepara para a vida, pois a vida começa muito antes disso.
Quem me dera que essas palavras aqui expressadas pudessem ajudar de alguma forma para a transformação de uma pessoa, digo uma pessoa porque se quisermos transformar o mundo temos que começar pelo mais simples; por uma folha de uma árvore localizada em uma grande floresta.
Taiana Vaz Pedagoga
 publicado por Alberto Orquisa | 14:12
O COLAPSO PREVISÍVEL Na última década, tornou-se freqüente a preocupação em torno do possível colapso do transporte urbano no Brasil, ao mesmo tempo que crescem as notícias apocalípticas e o debate sobre o tema. É um problema geralmente inspirado pelo crescimento acelerado das cidades grandes, cujas avenidas principais se congestionam nos horários de pico ou por qualquer acidente, sobretudo em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, mas que tem assustado até os habitantes de cidades há pouco tempo pacatas. Assim, o problema não afeta somente as cidades grandes, mas também as de porte médio, cujos habitantes reclamam de congestionamentos de algumas vias, do ruído excessivo e da contaminação veicular. As soluções imediatas que têm sido dadas pelos governos municipais é a instalação de semáforos, a construção de pontes, o aumento da frota de ônibus, entre outros. No entanto, estas resolvem a curto ou médio prazo até que haja uma nova expansão veicular a ponto de exigir uma outra medida, que costuma ser cara no âmbito das obras e motivo de propaganda eleitoral. Algumas dessas medidas vão na contramão do futuro, pois estimulam o uso de carros mais antigos, que contaminam mais, através da isenção de cobrança de IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) para automóveis fabricados há mais de vinte anos em vez de facilitar e promover a compra dos novos, mais seguros e menos poluentes; além disso, só o incentivo ao uso de transporte público não resolve o problema, pois enquanto cedemos nesta facilidade, os países da América do Norte usufruem de um estilo de vida em que praticamente todos os habitantes em idade legal têm carro, em alguns dos quais só falta banheiro para assemelhar-se a uma casa. Não é à toa que podem ter carros grandes e confortáveis, amiúde movendo-se com um único passageiro, uma vez que encontraram um meio mais ecológico de continuar fabricando-os: o Brasil produz o etanol e o exporta, enquanto nossa população é estimulada a dirigir menos, usar o transporte coletivo, ou coagida a fazer rodízio sob risco de multa. Estas contradições nos incentivam a exigir medidas mais pertinentes das autoridades sem ter que reduzir a qualidade de vida. Afinal, divulga-se que o Brasil é auto-suficiente em petróleo e está na vanguarda tecnológica em fontes alternativas de energia, enquanto sua população se vê castrada no seu direito de locomoção veicular. Pelas dimensões amplas do Brasil e a extensão das regiões periféricas das cidades, o que falta é investir na expansão e modernização de suas vias de transporte, embora o custo seja elevado. Pedágio urbano e rodízio veicular são medidas que aliviam, mas são provisórias porque dentro de mais um tempo retornam os congestionamentos com a tendência de aumento do número de veículos. É preciso instruir os motoristas, fiscalizar a frota, incentivar o uso de outros meios de transporte, melhorar a sinalização e a condição de ruas e avenidas com urgência. Estas soluções parciais, aliadas a um planejamento a médio prazo para a construção de vias alternativas, podem reduzir a previsibilidade do colapso a um sintoma menos nocivo do transporte urbano.
Bruno Peron Loureiro é bacharel em Relações Internacionais pela UNESP (Universidade Estadual Paulista).
 publicado por Alberto Orquisa | 14:11
:: segunda-feira, 30 de junho de 2008
NO MATO SEM CACHORRO As nossas brincadeiras de fazer política em Grajaú, já causam transtornos aos amantes da democracia e dos bons atos de gente civilizada. Hoje estamos quase véspera de uma eleição municipal e aqui em nossa cidade ainda não se sabe quem será o “Salvador da Pátria”, aquele ou aquela em quem o povo confiará para depositar seu voto de confiança. Uns não se candidatam porque não têm condições financeiras, outros por estarem com o nome sujo na praça e na justiça, e felizmente ou infelizmente outros porque os tubarões do coronelismo têm medo de não mamar nas tetas do poder público municipal. Grajaú hoje corre contra o tempo e contra a história de desenvolvimento do restante do país. Virou “terra do já teve” e as esperanças de melhorias agora estão miúdas, miudíssimas não se vê mais a luz no fim do túnel, a escuridão é total, as pessoas não respeitam a si próprios, pois o interesse politiqueiro tomou conta da mente enganadora e corrupta de muitos que só pensam em si e nas eleições de 2008. Onde fica agora o cidadão que quer exercer a cidadania, que não vende e nem compra seu voto, o cidadão de verdade? Estamos no mato sem cachorro, sem lenço e sem documento. Grajaú precisa formar homens que tenham realmente vontade de mudar e melhorar a nossa história e não aventuras e sonho de carnaval. Não queremos brigas e nem intrigas, mas venha cá, a verdade não doe mesmo? Onde estão os teus bons exemplos? Onde estão as tuas cicatrizes que nunca cicatrizam? Onde está a vontade de melhoria das coisas sociais? E agora José? O tempo acabou? A pedra ficou. A pedra ficou mesmo no meio do caminho? Só resta uma solução, ou só nos resta uma solução. Ah! Já sei ... Vou embora para PASÁRGADA como dizia Manoel Bandeira. Vou-me embora pra Pasárgada Lá sou amigo do rei Lá tenho a mulher que eu quero Na cama que escolherei Vou-me embora pra Pasárgada Vou-me embora pra Pasárgada Aqui eu não sou feliz Lá a existência é uma aventura De tal modo inconseqüente Que Joana a Louca de Espanha Rainha e falsa demente Vem a ser contraparente Da nora que nunca tive E como farei ginástica Andarei de bicicleta Montarei em burro brabo Subirei no pau de sebo Tomarei banhos de mar! E quando estiver cansado Deito na beira do rio Mando chamar a mãe-d'água Pra me contar as histórias Que no tempo de eu menino Rosa vinha me contar Vou-me embora pra Pasárgada Em Pasárgada tem tudo É outra civilização Tem um processo seguro De impedir a concepção Tem telefone automático Tem alcalóide à vontade Tem prostitutas bonitas Para a gente namorar E quando eu estiver mais triste Mas triste de não ter jeito Quando de noite me der Vontade de me matar - Lá sou amigo do rei - Terei a mulher que eu quero Na cama que escolherei Vou-me embora pra Pasárgada.
 publicado por Alberto Orquisa | 22:45
:: domingo, 22 de junho de 2008
A Visão e a Política em Grajaú Há quase duas centenas de anos a cidade de Grajaú espera por cidadania por parte de seus administradores, hoje estamos vendo e analisando mais um processo eleitoral, onde os currais continuam preparadíssimos para o continuísmo arcaico que distancia a nossa Terra do verdadeiro desenvolvimento. Os coronelistas de outrora agora revestem-se de cordeiros e maquiados de simpatias que não existem, etiquetas sociais, tapinhas das costas do cidadão humilde, obras de ultima hora, trabalhos fantasiosos e até mesmo comem e bebem na cuia do favelado com um sorriso amarelo. Política é coisa séria, não é brincar com o grajauense assim como se faz como com uma laranja, usa-se e descarta-se. A segurança pública já causa é insegurança, pois não há mais em quem confiar e acreditar, o trânsito maluco deixa ainda mais maluco a minha gente. São na maioria das vezes pessoas que não tem nenhuma estrutura financeira, emocional e educacional para representar o homem de Grajaú, como exemplos típicos têm um povo abandonado, doente e sem perspectivas de melhorias. As associações de classes (maioria) já se transformaram em pelegos de governos e acusadas de fraudes em jornais e revistas de grande circulação do país. Grajaú tem jeito, precisa de uma nova visão política, um novo modelo de administrar e fazer com que o cidadão desenvolva competências e habilidades para lutar por um município melhor e de qualidade. Onde as suas histórias e as coisas boas precisam ser respeitadas, dignificadas e sempre relembradas, para não cometermos erros e atrocidades grosseiras com nossa gente. Há muitas personalidades que merece respeito e que sejam valorizadas pelas gerações atuais, que as suas histórias sejam mostradas como o bom exemplo, tanto na educação, civismo, religião, respeito, construção civil, jornalismo, meio ambiente, segurança pública e principalmente na política. Política esta que deve prezar pelo bem comum e pelo desenvolvimento de todos de não de alguns. Mais uma vez tomemos cuidados para que as ratoeiras não nos engulem e que a verdade não tenha um só ponto de vista, pois cego é o cidadão que não tem respeito por si e por sua família, veja com “os olhos da razão” e nunca com “os olhos da emoção”.
Alberto Orquisa
 publicado por Alberto Orquisa | 18:58
A VERDADE DOE, NA POLÍTICA E NAS OPERAÇÕES. “O mal nunca venceu o bem senão usurpando a este o necessário para o iludir, o adormecer, o fraudar, o substituir, o vencer. Se a justiça, a mentira, o egoísmo, a cobiça, a rapacidade, a grosseria de alma, a baixeza moral, a inveja, o rancor, a vingança, a traição, aparecessem nus e desnudos aos olhos do indivíduo, aos olhos do povo, aos olhos da sociedade, aos olhos do mundo, ninguém preferiria o mal ao bem, e o bem não seria jamais desterrado pelo mal. (Ruy Barbosa)”.
O Maranhão alterar-se em um anfiteatro de guerra político virou um campo espalhar-se de dinamite político, onde quem estive culpabilidade no cartório vai detonar a passo as dinamites. Existem dois grupos políticos em nosso Estado. A confraria do governador Jackson Lago e o junto com ex-governador José Reinaldo e a “oposição” grupo dos Sarney. No contexto político, esses dois grupos afrontar-se pela força e o poder do Estado. Dentro desta plataforma, o mais inerme impugnar ao meio de aventurar-se no levantar a moral perante o publico maranhense, numa expressão de eficácia política. Com essa aspiração vai - se ficando a cada instante uma política desgastada, sem ao menos dar trégua a quem se faz desta uma ação pessoal. O governador Jackson Lago junto com seus componentes faz a parte de alçar um trabalho de muito brio para o progresso do estado. (tentando assim fazer aquilo que é necessário para todos os municieis). Ai vem aquerencia do querer na estratégica de quem pode mais e faz mais. Porque faz um ano e pouca coisa foi feita pelo atual governo. Só se ver e ouvir falar que município tal, recebeu um convênio ou fez uma parceria como governo para construir uma escolar ou sei lá... O que. O grupo dos Sarney, mostra ser uma espécie de fiscalizador, o qual acoimar tudo que não é feito, ou mesmo exageradamente propaganda do enganosamente nos meios de comunicação que o governo apregoa e através dos seus representantes na Assembléia Legislativa do Estado na Câmara Federal e no Senado. Á ocorrência de corrupção que o estado tem sofrido se não houvesse denuncias, jamais poderiam chegar a ser visto pelos seus eleitores que lhes fizeram representantes ou mesmo fizera-lhes administradores. Porque do ao contrario como poderia encontrar-se agora se a oposição não denunciasse o que não estar certo. Os maranhenses ficam a pensar, onde foram amarra à burra, como poderiam deixar de acreditar no que não poderia ser acreditado. Foi dinheiro muito nessa eleição passada, (foi votos subornados, isto quem diz são as oposições contra o governador Jackson Lago). Entro de este contexto quem estar a ver o navio é o povo, que não sabe de que lado olhar o navio, se ao lado do Governo Jackson Lago ou do lado de quem tem contestado (comas suas razões) toda permanecia deste governo a frente do estado. A perspectiva neste cenário político maranhense está para vim ao seu final. Vejam só o que ocorreu recentemente, os prefeitos e a sua conjuntura vieram a ser assoalhados com as investigações de uma instituição mais bem acreditada neste país. (foram presos oito prefeitos – em um total acima de 100 pessoas condenadas pela suas falcatruas praticadas contra o erário publico). Porque a justiça não se apropria dos bens dessas pessoas que usufruíram destas verbas em favorecimento próprio. Assim teria uma punição com mais realidade dentro das razões de pelo menos “volta para povo o que é do povo”. Mas os presos condenados já estão à solta, esses se dizendo inocentes, fazendo-se de contar que aquilo não valeu nada para eles, teve até prefeita que fez festança quando chegou a sua cidade. Isto não é um deboche contra a população e as autoridades. Parabéns, a policia federal que têm feito o seu desempenho, tem exercido com o seu dever, na aparição de ser uma das mais perfeitas instituições que o nosso país haver. Trouxe a tona o que era necessário o povo ver e acreditar e desta forma analisar antes de tudo na eleição que se aproximar numa sabia escolha de um administrador a altura e o representante do poder legislativo das suas cidades com veemência e. A verdade doe em quem vivia dentro de uma incubada mentira, numa conquista de bens públicos através dos seus fascismos administração. Usando de tudo do bom melhor para si beneficiar. Combate da polícia federal é contemplado, é apreciada pela população foi aclamada com toda sua plenitude absorção de confiabilidade com a população brasileira. Mas tudo isto só se deu nesta vasta frincha do governo Luis Inácio Lula da Silva que também tem sido visto com muita amabilidade. A verdade doe, e é pra doe mesmo.
Idelfonso Vasconcellos Jornalista Idelfonso.15@hotmail.com
 publicado por Alberto Orquisa | 18:45
ESTÁ CHEGANDO A HORA “A honestidade do homem publico consiste em edificar sobre rocha viva as construções para a Humanidade, edificando sobre areia movediça as construções do seu conforto particular”. (Plínio Salgado) Falta pouco menos de oito meses e o brasileiro estará votando em prefeitos e vereadores. Eleição a vista, pois, ora se é! No dia 5 de outubro deste ano o candidato na sua proba final da sua jornada estará sendo aquilatado pelos seus atinentes eleitores, os quais estarão passo para as urnas, assentando os seus sufrágios de fidúcia para eleger quem equivaler a o seu emissário na Câmara Municipal de suas urbes e o prefeito para governá-las... (é à hora da ponderação do bom/ruim, representante Legislativo e executivo). O bom Legislativo – vereador - é aquele que sucessivamente soube corresponder com todos os eleitores que em eleição passada abrolhar os seus votos de Fiúza para que pudessem representá-los. (isto quer assim dizer, o vereador que estar afluir a sua reeleição e procurou realizar vastos trabalhos, cultivar assim a comuna da qual representar). E o executivo - prefeito. Evidente que hoje os constituintes encontrar-se, além disso, conscientizados na realidade, pesquisa de silhueta coerente ver quem é o prefeito que mereça se reeleger para permanecer administrado o seu município. (Lógico, que será seleto para se reeleger àquele que dimanar trabalhando em prol do seu comuna em todos os setores administrativos). Os candidatos na sua marcha política continuar a ser amáveis e afáveis, saúda congratular, abraçam, afagam e beijam as crianças que pegam ao colo, louvaminhar toda a prole do eleitor e lhe prometem água e esgoto, arrefecimento de impostos até mesmo a supressão de alguns, empregos à beça, barateamento na condução, melhoria de salário, escolas para todos, calçamento e iluminação, construção de casas populares, desenvolvimento agrícola, segurança, especialmente nos bairros, alimentação ao alcance da população mais desprovido, as que são ignotos pelos governantes. Os políticos se tornam bastante magnânimo, pródigos, pagam cafezinho, em fachada "pinga". É festiva a presença dos candidatos nos comícios, nos programas de rádio e televisão. À edilidade é bem remunerada e por isso são muitos que aspirar elevar-se onde almejar abordar... (Executivo e Legislativo) É comovente ver o patriotismo de todos os sacrifícios de muitos. A eleição se aproxima e os políticos estarão atrelados correndo atrás e no cata voto para se elegerem a continuar com sua vida de “big político” que sempre foram. (isto não empanar alguns candidatos a planear com suas comunas.) Os brasileiros cumprindo com o seu dever de bom cidadão, (para com o Tribunal Eleitoral dos seus respectivos estados). Levando o seu direito de votar, escolhendo ou bem ou mal o seu candidato que no futuro próspero não saberão se vão ou não cartear-se com a sua sincera pretensão de fazer o seu desejo realiza-se a favor de uma pessoa notável que possa corresponder com a sua boa vontade de participação prelado. O empenho de alguns é deprimente em servir e trabalhar desinteressadamente pelo bem comum, para a felicidade geral de todos. Mas ainda somos sensíveis acreditamos em tudo e em todos, a nossa força de conscientização continua exceto que daquele país desenvolvido, onde os fatos não se embaralhar com os atos. Daí, possivelmente a concepção de cabos eleitorais no período ou não político o que permitir a muito se trocar pelo preço de uma televisão - televisor ou mesmo por uma geladeira, e que no fundo de tudo isso passamos por não merecer a fidúcia dos próprios políticos (apesar de que é crime eleitoral), que no futuro diz ao próprio que o trabalho de votar naquele candidato foi permutado pela falta de aptidão dos homens que não sabem fazer política e de forma irregular praticam este ato ilícito contra pessoas fracas que não sabem valorizar ao seu voto. Agora nos resta exercer a política no seu bom sentido, estamos na obrigação de abalizar político e politiqueiro, política e politicagem, também procurar saber o que é intermerato e o que é corrupto. E assim está chegando a hora da decisão, à hora de sabemos escolherem os seus fidedignos representantes na Câmara Municipal e no executivo quem vai governa a sua cidade, da qual o eleitor pertence. Faltam menos de um ano e três meses...! IDELFONSO VASCONCELLOS
 publicado por Alberto Orquisa | 18:41
:: terça-feira, 17 de junho de 2008
A vergonha das e nas eleições. Andando pelas ruas e principalmente no meio mais “politizado”, Deparei-me com uma das piores e mais maléficas doenças do mundo da enganação, A venda dos currais eleitorais em minha cidade, onde todos oferecem a todos a cidadania e moralidade por um punhado de palavras enganadoras e promessas que nunca se cumprirão, uns poucos reais e talvez algum material de construção e quem sabe mais o quê.
Vergonha está que desavergonham o nosso Brasil, a minha cidade e principalmente o nosso Estado do Maranhão, onde muitos “políticos” tratam a cidadania de nossa gente como se fosse uma mercadoria pobre e que cheira mal ao desenvolvimento da democracia de nosso país.
Isto é pura pilantragem, brincar com o sentimento, com a escolha, com a democracia e a liberdade de um povo, onde muitos vomitam democracia em cima dos palanques baratos e cheios de traquinagens eleitorais, pois “sanguessugas” não há somente em Brasília, mas principalmente aqui no nosso sertão, sanguessugas que tiram a esperança, o desejo de mudança, o destino de um povo, a fé de nossa gente, a educação de qualidade, a saúde, o desenvolvimento industrial e tecnológico e muito mais.
Onde estão os meus sonhos de democracia? Diga não aos gatunos de colarinho branco que assaltam as consciências de nossa gente. Chegou o momento de darmos um basta nos velhos sapatos que já não tem mais consertos, que ninguém quer, pois já passou e a moda caducou, furou e não tem mais sentido. Chega de sofrimento para um Estado e um Município tão rico de bens naturais e humanos, ou seja, as melhores terras, as melhores águas, um povo humilde e trabalhador como o nosso, mas que falta agentes públicos que saibam administrar e tomar de conta coletivamente sabendo ouvir e que seja ouvido, que seja líder, amigo e acima de tudo “um ser humano”.
Estamos as vésperas de um segundo turno nas eleições, e o Maranhão não poderá mais sucumbir e viver de promessas que nunca se cumprirão, por estradas (BR 226) que passaram quase 40 anos prometendo e agora querem passar mais 40 anos alegando, lembrem-se isto tudo foi feito com dinheiro público, com verbas arrecadadas através de impostos e contribuições nossas, não devemos favor a ninguém, pois não passa de uma obrigação administrativa, trabalhar para o bem comum e acima de tudo coletivo.
Não venda o mais importante para você e para a sua família, O VOTO, pois vender é crime e comprar também.
Respeitem a democracia e elimine os vermes que estão embrenhados no mundo sujo da política barata e de péssima qualidade que é nociva ao nosso Maranhão e ao nosso querido Grajaú.
Minha gente, minha alegria – Juízo!!!  publicado por Alberto Orquisa | 18:13
O mundo estranho do faz de conta em minha “fazenda”. Você sabia que o pasto está meio seco, A ração muito rala, e quase sem vitamina, Folhagem é atestada de preguiça, coragem ou de ilusão? Folhas secas servem apenas de adubo para florescer pensamentos de rapina. Minha fazenda, minha vida, a carretilha que corre nas costas do cidadão, O lenço que enxuga o meu suor e minha pureza!!!
Estranho é pensar em descompasso com o teu pensar, Pois na minha fazenda os bois caminham e ruminam onde eu mandar? É, talvez, onde querias chegar com estas insinuações? Perto de mim, dele, dela, do outro ou de nós?
Caretas que são picaretas? Ou é apenas uma ilusão de óptica? Está ao teu lado, mas com cabresto é uma lição que muitos tiveram e ainda têm. É que o costume já o fez ser natural, mesmo até no pensar. Chiclete, sombra, sobra, chapéu, isto é natural, não ter voz e vez, Cadê os teus sonhos de juventude, de alma fagueira, de pensamento puro e sem as bactérias da vida oprimida.
Não sabia? Minha fazenda vida. O curral está aberto e o gado espalhado, é ano de juntar o que ainda é possível, pois muitos faleceram de pensamentos, foi eleição e muitos tiveram que vender os teus, os nossos desejos de gente, de ser brasileiro, de ser grajauense.
Minha fazenda, minha vida, A fera ferida está a alargar o olhar, a ter humildade, a querer ser o que não o é, Vergonha é pra gente humilde, que não se cala jamais, Os laços e os vaqueiros estão a caçar palavra bonita, cada argumento que bispo fica de boca aberta e pastor evangélico a fazer o sinal da cruz!!!!!???????????
Meu amigo(a), isto é muito complicado, ser político é ser homem honesto, é ser veterano em trabalhar em prol de uma comunidade, ou ultimamente uma aberração “quase social”, onde os mais esperto são chamados de “sociedade”, sociedade? Sociedade!!!?? Estou até admirado que você fale assim ou pense assim Minha fazenda, minha vida. Minha vida, Vida.
 publicado por Alberto Orquisa | 18:12
A Câmara e o povo O eleitor não presta a devida atenção à eleição de vereador. O candidato ao Parlamento navega quase despercebido em meio à acirrada disputa pelo Executivo. O centro da discussão é sempre o prefeito. E, por isso, a comunidade paga caro. Paga caro porque se elege uma Câmara de baixo nível ou o prefeito a controla ou esta controla do Prefeito, pois os interesses de seus integrantes são em geral subjacentes e perniciosos para a coletividade. Em contraponto, uma Câmara de alto nível eleva o padrão da tribuna parlamentar. Embora se tenham gargalos políticos-partidários ali e acolá durante a legislatura, porque no labor político não existe perfeição, uma Câmara de alto nível enriquece o debate e fermenta a tribuna para as grandes questões e as grandes demandas da cidade. Óbvio que a pequenez ou a miudeza também vem à tona num ambiente especial, haja vista esta ou aquela serem inerentes à natureza humana. Daí que a panela política é o resultado, sempre, do conjunto da sociedade. Se todos os elementos, bons, maus e intermediários estão presentes no espírito humano, nada mais natural que isso se reflita na eleição dos representantes do povo. No entanto uma Câmara de alto nível contém, em si, a essência da esperança. É estimulante assistir a uma sessão onde os edis de digladiam para dar uma resposta aos verdadeiros anseios dos munícipes. Talvez a “Grajaú de Boemia” , em toda sua história, nunca tenha assistido a um momento assim. Porém desejar isso não é utópico. É uma possibilidade real. Tanto que o povo, quando se reúne para debater questões afetas a seu bairro, à sua rua, à sua vizinhança, consegue centrar o foco das discussões, com objetividade, naquilo que o incomoda ou naquilo que lhe falta. Exemplo: reivindicação de calçamento para o Bairro Vilinha, Vila Tucum, Vila São Pedro, Bairro Expoagra, Bairro Mangueira e etc. Saúde, Saneamento Básico, Educação de Qualidade, Segurança, Sinalização das Ruas e Avenidas Assim, clamamos à população que lute pelos seus direitos como cidadãos e contribuintes, pois os movimentos sociais nos fortalecem no intuito de conseguirmos o desenvolvimento de nossa gente. Vivemos uma verdadeira procissão como fizeram este ano os professores de Grajaú, sinal de que se tivéssemos uma Câmara mais atuante não seria preciso sairmos gritando e nos humilhando pelo que de direito é nosso “O Salário Digno do Educador”. Precisamos de mais ação e menos emoção radiofônica como resposta.  publicado por Alberto Orquisa | 18:12
As sementes do des(envolvimento) de Grajaú As sementes políticas e as oligarquias de nossa Grajaú incham-se e estufam o peito a cada Legislatura, sementes que “mentem” e extrapolam as mentes, são caducos de pensamentos totalmente arcaicos e desligados do progresso e do desenvolvimento tecnológico da atualidade. Todos ficam à margem da lagoa a espreita para dar o primeiro lance e apresentar-se à população grajauense como o verdadeiro “Salvador da Pátria”, o “Rob Hood do Sertão”, mas como acreditar, se muitos já foram creditados, acreditados e estão desacreditados? Com que respaldo moral, intelectual e principalmente político? Plantar sementes de esperanças em muitas pessoas e não cumprir, é ser desmoralizador, é vender gato por lebre. Assim muitos fizeram e fazem e outros talvez estejam com a pretensão de fazer? Algumas sementes já mostram o seu modelo de germinação, foram colocados em terras férteis, credibilidades aceitas por todos, viraram “cidadãos”, mas não estavam à altura das esperanças e do desenvolvimento do que nossa Grajaú merece. Outras sementes se apresentaram como Dom Quixote de La Mancha - “o cavaleiro da triste figura” (personagem do livro do espanhol Miguel de Cervantes), tinham ilusões e iludiram também multidões, brincaram, curtiram, dançaram e mostraram o seu modelo ideológico. Hoje já aparecem sementes novas que estão a querer germinar, mas a “Terra” ainda não está propicia, tiraram de muitos o adubo da democracia, o respeito da civilidade. São sementes que descentes das outras sementes? Diz um amigo meu com o seu ditado popular que “filho de peixinho, peixinho é”, e então ainda vale dar crédito àqueles que saíram e abandonaram os seus pais políticos, que cumprem ditames e o catecismo dos “Velhos Guerreiros”? Grajauenses tenhamos muito cuidado, muitos demônios estão trajados de anjos, lembre-se o que aconteceu com Jesus Cristo, foi traído e vendido por um de seus apóstolos “Judas” por trinta (30) moedas e Pedro negou ser seguidor de Jesus por três vezes antes do galo cantar. (galo também canta aqui? ou não tem galo?) Vamos tirar os óculos da falta de consciência e agirmos como cidadãos, fazendo a escolha das melhores “Sementes” para plantarmos nesta “Terra” chamada Grajaú", a responsabilidade, a cidadania e acima de tudo a democracia.  publicado por Admin | 18:11
O belíssimo presente Páscoa Vejam só o quanto os políticos são perversos, nesta ultima quinta-feira santa, o nosso querido e inesquecível “Administrador” resolveu novamente dar aquele presente especial para a maioria dos servidores públicos da nossa querida Grajaú, resolveu colocar todo mundo no “Paredon”, ou seja, botou todo mundo para o olho da rua. Tentativa esta frustrada várias vezes, mas nunca desistida por “Vossa Excelência”. Os nossos Cristos estão sendo traídos há vários anos, há vários mandatos. São criaturas que são especuladas por falsas esperanças, tapinhas nas costas, abraços traiçoeiros e beijos que Judas Eucariotes ficaria de boca aberta com tamanha delicadeza e que modelo estranho e lindo de trair. O presente desta Páscoa é inovador, bate cheio no peito, na mente, no bolso, no banco, na cantina, na mercearia, na prestação do crediário e na barriga da gente. O Presente dado é fome para minha gente, para nossa gente e especialmente para tua gente. Sempre devemos seguir os melhores exemplos, tratar o nosso povo como povo decente, como gente com G maiúsculo, como ser humano realmente humano, e não desumanizá-lo como estão a fazer neste contexto atual. O nosso povo já sofre carregando a sua cruz pesada de humilhações, críticas, misérias, falta de saneamento básico, educação, estradas e agora também falta de esperanças. Perderam seus empregos, seus salários, foram demitidos apenas por prazer e perversidade. “Meus Deus” onde está o teu coração “homem”, até os prisioneiros, os encarcerados, tem o direito de passar uma Semana Santa como um verdadeiro cristão; sem preocupação, com segurança e até feliz. E nós aqui na “Terra do Já Tivemos”? No mundo do faz de conta? Na minha lagoa? Na minha fazenda de humanos? Os sanitários deveram dá a próxima descarga política para realmente fazer a limpeza do que está sujo? Assim fez um amigo meu? Puxou a cordinha e realmente vários daqueles desceram. Agora deveremos puxá-la novamente? E colocar todo o restante no devido lugar que merecem. Páscoa, Páscoa, bela páscoa e belo presente e também que belo beijo. Parabéns você continua sendo o protagonista desta lindíssima história de amor entre o Povo e sua Santidade “O P...”
Autor: Alberto Orquisa
Passividade ou Conivência? Meu Povo!!!
Onde estamos? Os crimes aí estão, escancarados, claros, desavergonhadamente confessados em nossa cara. Por que nada acontece? Por que ninguém reage? Que dormência é esta? Que catatonismo avassalador amortece o Grajaú e o país? Ninguém fará nada? Estamos todos loucos? Estamos cegos? Estamos surdos? Ou fazemos parte desta quadrilha? Os poderosos deste país confessam abertamente os delitos mais abomináveis e continuam livres! Continuam sorrindo. Continuam a fazer discursos. A fazer conchavos, a sussurrar nos corredores. Supostos inimigos de idéias, encontram-se nas madrugadas para acertar vantagens e, no dia seguinte, continuam a encenação, enganando os trouxas. Há uma hipnose coletiva a proteger bandidos? Estamos todos de rabo preso? Fazemos parte de um pacto macabro e desavergonhado: o pacto da impunidade? Todos conjugam escorreitamente o verbo punir, como se oração fosse. Eu não o punirei. Tu não me punirás. Ele não te punirá. Nós não os puniremos. Vós não nos punireis. Eles não vos punirão. E pronto! Estamos acertados! Agora vamos dividir o dinheiro e enterrar os cadáveres! É isto mesmo? As autoridades que agem como facínoras não só continuam livres, mas transitam cinicamente pela república como se nada jamais fosse atingi-los. E nada indica que serão realmente atingidos. É assim que será? E nós? E nós aqui da “Chapada maranhense”? Que silêncio é este? Por que esta cumplicidade com salteadores confessos, supostas autoridades que nos governam? Há algum gás demoníaco sendo espalhado no ar? O que colocaram em nossa água? Está contaminada por alguma alquimia de bruxos aliados? E a justiça? E o ministério público? E a polícia? E o cidadão de bem? Tirem a venda da justiça! Ela não quer enxergar o que acontece? Por que ela deixa que a lei seja vilipendiada e continua cega, surda, indiferente, preguiçosa? Por quê? Tenham a coragem de mudar os símbolos para mudar esta realidade abjeta. Demitam esta estátua ridícula, vendada e com uma balança que ela não vê. Não quer ver, portanto, qual prato afunda. Para quem pendem os pratos desta cômica balança? E nós aqui, pagando civilizadamente, obedientemente em dia, os polpudos salários desta gente desprezível! Gente que não gera um centavo. Apenas consome o nosso. De olho no que produzimos para abocanhar sempre um naco maior. Até quando, meu Deus? Até quando? Até quando nossa ingenuidade, nossa preguiça, nosso desalento, nossa paciência irá suportar esta trama diabólica? Estou de saco cheio de ver governo, oposição, justiça, polícia e o diabo nos achacando sem parar. Estou de saco cheio de ver a autoridade, seja ela qual for, sem esboçar um único esgar pelas culpas que carrega. Nossas autoridades que me ouçam bem! Elas, de todas as espécies e poderes, são culpadas até a medula pelas mortes que ocorrem nas estradas, nas ruas, nos assaltos, nos seqüestros, nos hospitais escangalhados, nas filas da vergonha, nas escolas violentas. Meu Deus! Até nas escolas a violência campeia. Facas e armas empunhadas por nossos meninos e meninas! Quem é culpado por isto? Quem fez e faz deste país esta miséria? Sou eu? São vocês? Somos nós? Não! São eles! Eles, que se apresentam para dirigir esta república, mas que, na verdade, querem outra coisa. Eles, que destroem um pouco por dia tudo o que construímos. Eles, que não criam riqueza. Nós a criamos. É a nossa parca riqueza que vai para eles se locupletarem em falcatruas, em contas no exterior, em fraudes, em sonegação, em não contabilizados de toda ordem, em mentiras sem conta. E continuamos a pagar estes bandidos que nos arrombam com palavras, palavras dos infernos. Até quando vamos aturar estas almas leprosas, estes espíritos de porco, estas mentes assassinas, esta falta de caráter, de honra, de vergonha? Ouçam os discursos desta gente de mente emporcalhada. O cinismo, o caradurismo, a mentira, a culpa vasa por todos os poros e nós não vemos? Ainda somos a criança ingênua de ontem, acreditando e nutrindo sonhos com fadas e princesas e à espera burra de que aparecerá um dia, alguém sincero? Nossa passividade beira à conivência.
Airo Zamoner (participação e adaptação – Professor Alberto Orquisa)  publicado por Alberto Orquisa | 18:11
Férias em Grajaú, uma questão a ser discutida? Férias em Grajaú, uma questão a ser discutida?
O Período de descanso em Grajaú durante o mês de julho está deixando muito a desejar, pois a falta de qualidade em relação à recepção dos turistas é precária, nos pontos principais de nossa Grajaú falta receptividade, limpeza das ruas e avenidas, os banheiros da Estação Rodoviária é uma “Vergonha Municipal”, pois passa uma péssima imagem e desleixo por parte da Administração Municipal, causando assim um “nojo social”.
Outro ponto que queremos mostrar é o Galpão da Feira Livre, onde a população compra alimentos nos finais de semana, a sujeira é total e a falta de higiene e saneamento básico prolifera em todos os sentidos, ou seja, o grajauense está comprando gato por lebre, pois não sabem a procedência da maioria dos alimentos ali oferecidos, podendo os mesmos causarem danos nocivos à população e até mesmo óbito.
Falta vigilância e mais cuidado por parte da Secretaria do Meio Ambiente. Você sabia que todos os esgotos de nossa cidade correm para o Rio Grajaú? Analisem bem até o momento atual nenhuma Administração fez questão de informar a população de tais danos ao nosso precioso Rio e também à nossa saúde, pois devemos saber e informar que a maioria dos usuários toma banhos com água contaminada por esgotos e cloriformes fecais.
Lembramos ainda a situação do Matadouro Público Municipal que contamina toda a atmosfera do Setor Limoeiro nas proximidades do Centro de Ensino Antonio Francisco do Reis (Escola Estadual), lá os moradores daquele Setor já não agüentam tanto mau cheiro, o ar contaminado de tudo o quanto é maléfico para o ser humano, vale também lembrar o esgoto com restos de sangue de animais que desemboca para o Rio Grajaú.
Outra maravilha de 25ª grandeza são as barracas que ficam na Estação Rodoviária, cartão negativo de receptação da “Princesinha da Chapada”, “Rincão de Desesperança” e de tanta tradição.
Outra imoralidade na minha visão ambiental é a devastação da “Chapada Grajauense” e de toda a região por carvoarias, transformando a árvore símbolo do município, “Caryocar brasiliense - o piqui ou pequi”, “Platonia insignis – o bacuri” e muitas outras árvores nativas em carvão e não por parte de nenhuma autoridade um basta em tão grande destruição de nossa vida. Nós precisamos de um mundo decente e sadio se quisermos continuar perpetuando a nossa espécie, ou o aquecimento global começa em nossa falta de consciência?
E as nascentes dos rios Grajaú e Mearim quanto os nossos governantes irão ter a responsabilidade de encarar a realidade e transformar verdadeiramente numa reserva ecológica e livrar de tamanha destruição por parte de alguns desumanos destruidores de vida e do Planeta Terra? É agora ou nunca mais...
Lazer é preciso e necessário, pois o ser humano gostar de ter prazer em tudo o que faz, mas os nossos grajauenses precisam de uma biblioteca decente e que atenda o desejo do estudante de nossa cidade. Vamos cuidar dos nossos jovens com um presente de qualidade e um futuro garantido como homem de bem e educado com respeito e cidadania.
Férias em Grajaú, uma visão a ser refletida.
Pense nisto!
Pense, pense, pense,
Pense,
Pense ...  publicado por Alberto Orquisa | 18:09
Diário Ecológico Em toda Grajaú e região já estão começando as queimadas.
Estão acontecendo em toda região e principalmente no município de Grajaú as queimadas incontroláveis nas matas. Vários focos de queimadas já são vistas por todo município, pois as campanhas de orientações já não surtem mais efeitos. Há vários anos nossas chapadas e matas estão sendo transformadas em carvão para alimentar fornos de siderúrgicas de multinacionais, árvores nativas como o pequizeiro e o bacurizeiro já não são mais vistas com abundância, estão transformando Grajaú e região numa terra sem vida desrespeitando o meio ambiente e o Tratado de Kyoto com esta ganância do mundo capitalista. Muitos ainda lembram-se do ciclo da “aroeira”, que transformaram tudo em “estacas” e exportaram para outros Estados Brasileiros e até para o Exterior, hoje não temos mais nada e muitos trabalhadores rurais sofrem com este ato insano. A indústria das serrarias acabou com as florestas das cidades vizinhas como Amarante do Maranhão (localizado na pré - Amazônia Brasileira – um dos maiores pólos de destruição da época) Arame, Barra do Corda, Imperatriz, Açailândia e quase toda região centro sul do Maranhão. Muitas vezes as nossas autoridades fazem vistas grossas em relação á causa ambiental, mas já sofremos as conseqüências da irresponsabilidade, o Rio Grajaú recebe todos os dias milhares de litros de esgotos e fossas podres em suas águas, tornando assim um esgoto a céu aberto onde as pessoas tomam banho e bebem sem nenhuma orientação por parte das autoridades sanitárias, ecológicas e ambientais de Grajaú. O rio Grajaú está secando, o volume da água que jorra de sua nascente na Região da Serra Negra (Formosa da Serra Negra – MA) é pouco, várias visitas já foram feitas às cabeceiras do Grajaú e do Mearim e constaram que o assoreamento é alarmante e que algumas as famílias que moram na região fazem suas lavouras sobre as nascentes ou brejos, causando enormes prejuízos à natureza.
Como diz na Carta da Terra:
Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o futuro enfrenta, ao mesmo tempo, grandes perigos e grandes promessas. Para seguir adiante, devemos reconhecer que, no meio da uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida, e com as futuras gerações.
Terra, Nosso Lar
A humanidade é parte de um vasto universo em evolução. A Terra, nosso lar, está viva com uma comunidade de vida única. As forças da natureza fazem da existência uma aventura exigente e incerta, mas a Terra providenciou as condições essenciais para a evolução da vida. A capacidade de recuperação da comunidade da vida e o bem-estar da humanidade dependem da preservação de uma biosfera saudável com todos seus sistemas ecológicos, uma rica variedade de plantas e animais, solos férteis, águas puras e ar limpo. O meio ambiente global com seus recursos finitos é uma preocupação comum de todas as pessoas. A proteção da vitalidade, diversidade e beleza da Terra é um dever sagrado.
A Situação Global
Os padrões dominantes de produção e consumo estão causando devastação ambiental, redução dos recursos e uma massiva extinção de espécies. Comunidades estão sendo arruinadas. Os benefícios do desenvolvimento não estão sendo divididos eqüitativamente e o fosso entre ricos e pobres está aumentando. A injustiça, a pobreza, a ignorância e os conflitos violentos têm aumentado e são causa de grande sofrimento. O crescimento sem precedentes da população humana tem sobrecarregado os sistemas ecológico e social. As bases da segurança global estão ameaçadas. Essas tendências são perigosas, mas não inevitáveis.
Desafios Para o Futuro
A escolha é nossa: formar uma aliança global para cuidar da Terra e uns dos outros, ou arriscar a nossa destruição e a da diversidade da vida. São necessárias mudanças fundamentais dos nossos valores, instituições e modos de vida. Devemos entender que, quando as necessidades básicas forem atingidas, o desenvolvimento humano será primariamente voltado a ser mais, não a ter mais. Temos o conhecimento e a tecnologia necessários para abastecer a todos e reduzir nossos impactos ao meio ambiente. O surgimento de uma sociedade civil global está criando novas oportunidades para construir um mundo democrático e humano.
Grajaú ainda tem jeito, então vamos começar com pequenos gestos de amor à nossa cidade e a nós mesmos.  publicado por Alberto Orquisa | 17:48
As brincadeiras de um cara de pau Brinco de enganar quantas vezes?
Quantas vezes, de trabalhar pelo próximo?
Quantas vezes têm vontade de ser honesto?
Quantas vezes andam pelas ruas de minha cidade por ano?
Às vezes sou até cara de pau, mas me intrigo com este teu jeito mesquinho de querer ser gente decente no meio de minha gente;
Olho pela fresta da consciência e chego até pensar algumas vezes se Deus esqueceu algum chip queimado em teu juízo ou foi plantando bananeira que as fezes derramaram na tua cabeça e a tua arrogância subiu.
Vale a pena ainda ser feliz mesmo que por um instante. Minha cidade precisa de trabalho, de educação, de responsabilidade, de civilidade, de apreço pelas coisas cidadãs, de gente que valha a pena ser gente, mas GENTE com G maiúsculo em todos os seus atos.
Este ano precisamos renovar e nomear a nossa GENTE, pois precisamos avançar rumo ao desenvolvimento em todos os sentidos. O trem da alegria já passou, já embalou ilusões, sonhos que sonhamos sozinho e nada aconteceu. Precisamos nos livrar dos vírus que adoecem e destroem nossa história. O antídoto está no verdadeiro ato de praticar a democracia o VOTO.
São muitos lobinhos com as carinhas de cordeirinhos prontos para dar mais uma punhalada e ficar com a lâmina enfiada em sua alma por quatro anos consecutivos, brincando de trabalhar e de ser honesto.
Pergunto ao pássaro mais belo da bicharada – Quem será o próximo a entrar no paraíso terrestre, ou seja, no Executivo Municipal?
Eis o que ele me respondeu – Moço aqui no sertão da Vila da Chapada está igual ao Campeonato Carioca de Futebol, o Sr. Eurico Miranda, com aquele jeito arrogante de mandar, desmandar, pisa e machuca tudo, briga com a torcida, demite treinador, humilha amigos de chapa e até escala o seu próprio time, nem que se torne um Corinthians da vida. Assim é a picaretagem na terra da moeda e tapinha nas costas quando é tempo de eleição.
É tempo de pescarias?
E os peixes?
E as redes?
As velas estão prontas para o barco navegar?
E os presentes para os encantos?
E a música? A bebida?
E as visitas indesejadas?
Só agora?
Depois?
Fui?
Fui?
Tela preta e segurança,...?  publicado por Alberto Orquisa | 17:47
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